Brady Butterfield e Janet Metcalfe documentaram o efeito em um paper de 2001 no Journal of Experimental Psychology. Contrariando a expectativa intuitiva — de que os erros confiantes seriam os mais difíceis de corrigir — mostraram o oposto. As correções de alta confiança fixam mais.
O mecanismo proposto: a surpresa de errar enquanto se tinha certeza ativa a amígdala, que por sua vez modula a codificação hipocampal. A correção chega com um peso emocional que a aprendizagem passiva não tem.
O slider de confiança do Fluera (1–5 antes de ver a resposta) não é um detalhe de UI. Prepara o contraste. Uma resposta errada com confiança 5, revelada pelo Ghost Map, deixa um traço muito mais profundo do que qualquer número de revisões passivas. Pedimos a sua confiança justamente porque errá-la é o ponto.